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Capítulo 16
O Enigma do Peixe: Por onde ele Andou?


A Revolução Antienvelhecimento
Um Programa Radical de Rejuvenescimento
Evite Doenças Cardiovasculares
Aumente a Sua Energia a Cada Ano
Melhore Sua Capacidade Mental

Timothy J. Smith, M.D.
16  O Enigma do Peixe: Por onde ele Andou?
    16.1  Roleta Marítima
    16.2  Nadando em Toxinas
    16.3  Metilmercúrio: A História se Repetirá?
    16.4  Segurança em Números
    16.5  Proteção com Suplementos
    16.6  Por Baixo
    16.7  Envenenamento por Conservantes
    16.8  Fatos Importantes sobre os Ácidos Graxos Ômega 3
    16.9  Mariscos: Inadequados para Consumo Humano
    16.10  Como Comer Peixe com Segurança
    16.11  Bibliografia do Capítulo 16

     O peixe morre com o ventre para cima
e depois sobe à superfície; é a sua maneira de falhar.

     - ANDRÉ GIDE, ROMANCISTA FRANCÊS (1869-1951),JOURNALS

     O peixe apresenta um dilema singular para os indivíduos que buscam a Renovação. É um alimento repleto de vitaminas (A, B12, D, colina, niacina e piridoxina), minerais (ferro, magnésio, selênio e zinco) e ácidos graxos essenciais ômega 3, bons para a saúde cardíaca. Com tantos nutrientes importantes, deveria ser um alimento altamente desejável.

     Mas não é bem assim. Após um exame mais detalhado, o peixe começa a perder seu brilho nutritivo. Na verdade, implica problemas tão sérios que os riscos associados à sua ingestão anulam todos esses benefícios.

16.1  Roleta Marítima

     Os peixes poderiam ser alimentos excelentes se não fossem tão móveis. Os alimentos terrestres - cereais, feijões, frutas e hortaliças até bois e frangos - ficam em um só lugar, o que nos permite vigiá-los com facilidade. O peixe, por outro lado, nada por diversas partes. Não conseguimos controlar seu meio ambiente, nem sabemos ao certo por onde eles andaram.

     Durante suas viagens, o peixe ingere diversas substâncias tóxicas que muitas vezes se espalham pelo meio aquático onde ele vive. Resultado: muitas vezes, o peixe contamina-se com uma sopa enjoativa de dejetos industriais, esgoto, pesticidas e inseticidas. Bifenilas policloradas (PCBs), diclorodifeniltricloroetano (DDT), dioxina, clordano, chumbo e metilmercúrio figuram rotineiramente na carne dos peixes de água doce e dos peixes das baías uniformemente poluídas próximas às grandes cidades costeiras. Embora os PCBs e o metilmercúrio estejam entre os mais persistentes e problemáticos desses contaminantes, os outros também podem aparecer no seu prato.

     Os padrões de contaminação são inteiramente imprevisíveis, e por isso não temos como saber quais deles foram envenenados e quais estão limpos. Mas pesquisas científicas mostraram indubitavelmente que a contaminação é extensa - talvez até metade da população de peixes do mundo seja afetada de uma forma ou de outra.

     Assim como o boi e o frango (e até os seres humanos), ao longo da vida o peixe acumula toxinas nos tecidos adiposos. Os peixes grandes são os mais vulneráveis: como ingerem os peixes menores, a concentração de toxinas em sua carne pode ser até mil vezes superior à das águas por onde nadam.

     Mas os peixes não carregam apenas substâncias químicas. Podem também hospedar microrganismos causadores de doenças. Na verdade, eles são responsáveis por um número desproporcional de casos de doenças provocadas por alimentos - cerca de sete vezes mais que a carne de boi e de frango.

     A única maneira de saber ao certo que o peixe está livre de micróbios e de substâncias químicas é realizar exames. Obviamente, mandar um filé de peixe ao laboratório para análise requer tempo e dinheiro. A alternativa é simplesmente correr o risco e ter a sorte de ingerir um peixe seguro.

     Você já ouviu falar em roleta-russa? Eu entendo esse processo como uma roleta marítima. Jogamos esse tipo de roleta sempre que comemos peixe.

16.2  Nadando em Toxinas

     Como mencionei antes, as águas costeiras, sobretudo as águas próximas às grandes cidades, têm altíssimas concentrações de toxinas. Recebem a maior parte dos bilhões de toneladas de substâncias químicas despejadas nos canais aquáticos a cada ano, provenientes sobretudo de rios poluídos que neles deságuam. Entre os principais pontos costeiros dos Estados Unidos onde as concentrações de toxinas chegaram a níveis perigosos estão os portos de Boston e Nova York e a baía de Chesapeake, no leste, e as baías de San Francisco e Santa Monica, no oeste.

     Os peixes que habitam nessas águas são expostos todos os dias a substâncias químicas, sobretudo a dejetos industriais. Essas substâncias químicas chegam até nós, seres humanos, com consequências potencialmente devastadoras. A dioxina das fábricas de papel e celulose, por exemplo, foi associada a malformações congênitas em crianças e a doenças nervosas em adultos. O cromo das operações de laminação de metal pode causar danos aos rins. O chumbo, encontrado nas tintas e na gasolina, pode interferir no desenvolvimento mental de crianças e no funcionamento neurológico de adultos.

     Embora os peixes do litoral enfrentem a maior ameaça de contaminação por toxinas, outros peixes também correm riscos. Os peixes criados em viveiros, por exemplo, têm reputação de serem seguros porque vivem em um meio mais controlado. Infelizmente, esses lagos muitas vezes são contaminados por pesticidas e herbicidas que chegam até eles provenientes de plantações próximas.

     Os peixes mais seguros, relativamente falando, são as espécies de águas frias, como o bacalhau, o hadoque, a perca e o salmão. Vivem em mar aberto, longe das poluídas águas costeiras. Tendem também a ser mais caros, pois os pescadores precisam viajar mais para capturá-los. Mas o preço mais alto não é garantia de segurança.

16.3  Metilmercúrio: A História se Repetirá?

     Um dos episódios mais trágicos de envenenamento humano por peixes carregados de toxinas ocorreu no Japão na década de 1950, quando uma misteriosa epidemia infiltrou-se na população nas proximidades da baía de Minimata. Autópsias realizadas em 100 vítimas da epidemia, que provocou a morte de 1.500 pessoas até os dias de hoje, revelaram danos sérios ao cérebro e ao sistema nervoso central. Diagnóstico: envenenamento crônico por metilmercúrio.

     As autoridades acabaram descobrindo que as indústrias locais andavam despejando metilmercúrio na baía. Os peixes ingeriam a toxina e depois os habitantes locais ingeriam os peixes contaminados. O metilmercúrio acumulava-se lentamente no corpo das pessoas, cansando doenças graves e até a morte.

     Incidentes semelhantes no Iraque e em Niigata, Japão, confirmaram os efeitos calamitosos do envenenamento crônico por metilmercúrio. E como a água em todo o mundo continua sendo envenenada pelo composto, o envenenamento continua sendo um risco muito real, sobretudo entre as pessoas que costumam comer peixe com frequência.

     O envenenamento crônico por metilmercúrio é uma condição traiçoeira, que afeta não apenas o cérebro e o sistema nervoso central, mas também o sistema reprodutor e outros órgãos. Mas a extensão do dano interno e a gravidade dos sintomas dependem da quantidade de metilmercúrio que uma pessoa ingere e do tempo de permanência da toxina no organismo. Na verdade, o dano interno pode progredir durante algum tempo sem ser detectado.

     Os sintomas iniciais de envenenamento incluem dormência e formigamento nas extremidades, dificuldade da fala e da marcha, problemas de concentração, fraqueza e fadiga. Com o tempo, os sintomas podem dar lugar a espasmos, tremores e, por fim, coma e morte.

16.4  Segurança em Números

     Pessoas que comem peixe apenas uma vez por semana não correm risco de envenenamento crônico por metilmercúrio. O consumo mais frequente pode causar problemas. Os cientistas sabem, com certeza, que o metilmercúrio gera efeitos tóxicos mesmo em doses baixas como 150 microgramas por dia (quantidade praticamente invisível ao olho humano) se ingerido durante vários meses.

     Diversos países, entre eles a Finlândia, a Suécia e o Japão, definiram limites de segurança para o metilmercúrio em peixes que variam de 0,5 a 1,0 parte por milhão (ou 0,5 a 1,0 micrograma por grama de peixe). Nos Estados Unidos, o limite de segurança está na extremidade mais baixa da escala: 0,5 micrograma por grama de peixe, conforme estabeleceu a FDA (Food and Drug Administration).

     Estabelecer um padrão parece ser uma excelente idéia. Infelizmente, não dispomos de uma maneira prática para medir a quantidade de metilmercúrio existente no peixe que ingerimos. Assim, é virtualmente impossível estabelecer um padrão de consumo diário.

     Em áreas do país onde a chuva ácida é um problema, peixes grandes de lago, como o lúcio e a truta, muitas vezes têm níveis de metilmercúrio substancialmente acima do limite de segurança oficial. A chuva ácida dissolve depósitos de mercúrio em rochas e no solo, varrendo a substância para lagos e riachos. Lá, a ação bacteriana transforma mercúrio em metilmercúrio.

     Por causar tantos danos internos, o envenenamento crônico por metilmercúrio acelera o processo de envelhecimento. Seus sintomas só se tornam evidentes após a ocorrência de substancial decomposição celular. Em vez de esperar chegar a esse ponto, é melhor fazer o possível para minimizar a exposição ao metilmercúrio em primeiro lugar.

16.5  Proteção com Suplementos

     Se você já come peixe mais de uma vez por semana há algum tempo ou se não pretende parar de comer peixe, determinados suplementos podem defender seu organismo dos efeitos do metilmercúrio. A vitamina C e o aminoácido cisteína, por exemplo, ajudam a desintoxicar o metilmercúrio e eliminá-lo do organismo. A vitamina E e o selênio, os dois varredores dos radicais químicos livres prejudiciais à célula, protegem o cérebro e o sistema nervoso central.

     Todos esses nutrientes foram incluídos no Programa de Suplementos Antienvelhecimento descrito nas Partes III e IV deste livro. Lá você encontrará também as recomendações de dosagens. Mas tenha cuidado, pois, embora minimizem os dados causados pela exposição ao metilmercúrio, esses suplementos não oferecem proteção total. Para isso, você precisa pensar seriamente em eliminar o peixe da sua alimentação.

16.6  Por Baixo

     Outro tipo de dejeto industrial torna a ingestão de peixe uma roleta-russa. É comum encontrar material radiativo nas águas próximas dos depósitos de lixo nuclear. Os peixes que habitam esses lugares podem estar contaminados pela radiatividade.

     A Windscale, uma usina de reprocessamento nuclear localizada na Inglaterra, lançou mais de um quarto de tonelada de plutônio - substância radiativa tão letal que até doses microscópicas podem induzir ao câncer - no mar da Irlanda. Hoje, acredita-se que o mar da Irlanda seja o mar mais contaminado por radiatividade no mundo. Entre as crianças que vivem na região, o índice de morte por leucemia é cinco vezes acima do normal.

     Mais perto dos Estados Unidos, as ilhas Farallon, localizadas no oceano Pacífico, localizadas a quase 65 quilômetros da baía de San Francisco, já serviram como depósito de dejetos nucleares. Os peixes da região captam a radiatividade da água e depois são capturados e vendidos para consumo humano.

     Como no caso do metilmercúrio, a radiatividade de uma substância que não pode ser medida com facilidade - a não ser que você tenha um contador Geiger à mão. Assim, não podemos saber ao certo se o peixe que está no seu prato não está contaminado.

16.7  Envenenamento por Conservantes

     Mesmo que tenha a sorte de viver em águas impolutas, livres de toxinas, o peixe não escapará ao assalto químico.

     Uma vez pego, o peixe pode ficar a bordo de um barco até duas semanas antes de ser levado ao porto. Devido ao seu alto teor de ácidos graxos essenciais poliinsaturados, ele pode apodrecer rapidamente à espera da viagem final.

     Para retardar o apodrecimento e preservar o frescor, os pescadores muitas vezes aplicam conservantes à sua presa, como polifosfatos e sulfitos (para controlar o mofo e fungos), benzoato de sódio (para matar bactérias) e politrissorbato (para impedir que o peixe se torne viscoso). Os peixes provenientes de lugares longínquos são mais propensos a passar por esse tratamento. Assim, não se decomporão antes de chegar ao destino final.

     Todos esses conservantes aparecem na lista, preparada pela FDA, de "substâncias consideradas seguras". A FDA não monitora as quantidades utilizadas nem exige que essas substâncias sejam mencionadas nos rótulos dos alimentos.

     No entanto, os conservantes são substâncias químicas estranhas. Como tal, têm potencial de ser pelo menos medianamente tóxicas. Nesse momento, não podemos prever seus efeitos a longo prazo.

16.8  Fatos Importantes sobre os Ácidos Graxos Ômega 3

     Apesar de todos os seus pontos negativos, o peixe tem uma vantagem inegável do ponto de vista nutricional: é uma excelente fonte de ácidos graxos ômega 3. Na verdade, muitas pessoas renunciaram à carne vermelha para consumir peixes de água fria - como arenque, cavalinha, salmão e atum - a fim de aumentar a ingestão de ácidos graxos ômega 3.

     Esses ácidos graxos receberam muita atenção devido à sua capacidade de oferecer proteção contra doenças cardíacas. Na verdade, pesquisas indicaram que eles não só previnem coágulos sanguíneos como também reduzem os níveis de triglicerídios, gorduras que provocam danos ao coração.

     E não é tudo. Os ácidos graxos ômega 3 ajudam a aliviar a artrite suprimindo a produção da interleucina 1 e do fator de necrose de tumor, duas substâncias químicas que promovem a inflamação e que são fabricadas pelas células brancas do sangue. Os ácidos graxos ômega 3 também fortalecem o sistema imunológico e estimulam a produção de prostaglandinas antiinflamatórias e analgésicas.

     O problema é que, ao consumir peixe, você ingere diversas outras coisas além dos ácidos graxos ômega 3 - não apenas todas as toxinas que mencionei anteriormente, mas também porções de gordura saturada e colesterol. Na verdade, o peixe contém tanta gordura saturada quanto a carne de boi e de frango e aumenta os níveis de colesterol da mesma forma que outros alimentos de origem animal. Não é exatamente um alimento que consideraríamos saudável para o coração.

     De fato, ao acompanhar mais de 44 mil profissionais de saúde do sexo masculino durante seis anos, os pesquisadores fizeram uma descoberta surpreendente. Os homens que comiam peixe com mais frequência tinham mais probabilidade de desenvolver problemas cardíacos do que os que raramente comiam peixe.

     Por sorte, você não precisa comer peixes potencialmente tóxicos, com alto teor de gordura e colesterol, para colher os benefícios do ômega 3. É possível obter esses ácidos graxos em outras fontes, mais nutritivas.

     O óleo de linhaça, por exemplo, fornece maior quantidade de ácidos graxos ômega 3 do que os melhores peixes de água fria. Se estiver preocupado em ingerir a quantidade correta de ômega-3, sugiro que você tome suplementos de óleo de linhaça - de 2 mil a 10 mil miligramas por dia. Os óleos de semente de abóbora, de soja e de nozes também contêm ômega 3, embora em menor quantidade. .

16.9  Mariscos: Inadequados para Consumo Humano

     Embora os peixes tenham seus problemas, os mariscos - mexilhão, siri, lagosta, ostra, vieira, camarão etc. - têm muito mais. Esses frutos do mar já receberam inúmeras críticas, graças aos divulgados relatórios sobre seu teor de colesterol. Mas talvez você não acredite no que vem por aí.

     Os mariscos são varredores. Ficam no solo do oceano, muitas vezes em águas costeiras, e comem tudo que aparece por ali. Sua alimentação regular pode incluir não apenas resíduos industriais como também esgoto e excremento de peixes que podem conter vírus e bactérias. Mariscos contaminados foram considerados responsáveis por casos de gastrenterite (inflamação da mucosa do estômago e do intestino), hepatite e febre tifóide.

     Entre os meses de maio e outubro, os mariscos que vivem nas águas do Hemisfério Norte também enfrentam contaminação durante um fenômeno curioso conhecido como maré vermelha. Nessa época do ano, minúsculas criaturas marinhas vermelhas multiplicam-se rapidamente, dando à água uma coloração avermelhada. No processo, esses microrganismos produzem toxinas que são então ingeridas pelos mariscos e acabam sendo transmitidas aos seres humanos, causando uma doença alarmante e potencialmente fatal conhecida como envenenamento paralisante por mariscos.

     Em geral, os sintomas da doença manifestam-se cerca de meia hora após a ingestão dos mariscos contaminados - na maior parte das vezes, mexilhões, ostras ou vieiras. Casos brandos podem gerar dormência e formigamento na cabeça e nas extremidades, acompanhados de náuseas, vômitos e diarréia. Nos casos mais graves, pode haver paralisia muscular, caracterizada por dificuldade de respirar, de engolir e de falar. Casos extremos podem levar ao sufocamento e à morte.

     Os mariscos certamente são perigosos para a saúde. Por estarem contaminados com tanta frequência e por causarem doenças tão terríveis, todos eles devem ser eliminados da Dieta Antienvelhecimento.

16.10  Como Comer Peixe com Segurança

     Eu, pessoalmente, não como peixe. É arriscado demais. Exceto pelo teste de cada filé, em busca de agentes contaminantes, não há como certificar-se de que o peixe é seguro para ingestão. Além disso, o peixe tem alto teor de gordura saturada e de colesterol.

     Meu conselho é: evite-os por completo. Fora isso, é possível minimizar os riscos associados à ingestão de peixe seguindo as seguintes diretrizes:

     E, por fim, se continuar a comer peixe, lembre-se de tomar suplementos de vitaminas C e E, selênio e o aminoácido cisteína. Suas células precisarão de antioxidantes e desintoxicantes adicionais para se protegerem das substâncias químicas que podem estar presentes no peixe.

****

     Até agora, você leu muito sobre as melhores e as piores escolhas alimentares para prevenir doenças e promover a Renovação. Mas nem tudo na Dieta Antienvelhecimento é tão organizado assim. Tomemos os casos do álcool, da cafeína e do açúcar, tópicos do próximo capítulo. A opinião dos especialistas se divide: fazem bem, fazem mal, ou um pouco de ambos? Junte-se a mim nessa nova aventura por uma área ainda sombria da nutrição.

16.11  Bibliografia do Capítulo 16

Referências Bibliográficas

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